“ómenti” para proteger nem sei bem o quê, se a ti, se a mim, se aos dois.
Fui parvo, infantil, extraordinariamente estúpido (tipicamente eu). Mas como a dita (ómentira) tem perna curta e eu tenho a língua solta, levaste mais uma pedrada de verdade (com algum tempo de atraso…) na melhor tradição “lâmita”.
Consequência… uma noite em que estiveste longe, um dia em que do telemóvel saíram palavras duras porém, honestas e brutalmente incisivas (mantêm-se a tua melhor tradição)
És a Maior “pequena” e a “fraquinha” mais Forte que conheço, só tu podias dizer, “O que não me mata, faz-me mais forte”.
Desculpa a tentativa de homicídio...
Não volto a brincar com pedras.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
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2 comentários:
Pena suspensa para o réu ;)
Bonito, Amigo... muito bonito!
Omitir não protege...
Omitir traz problemas...
Omitir reduz a confiança...
Creio que estas são as lições a tirar da situação e memorizar ;)
O meu ditado favorito diz: "prefiro uma verdade que magoa a uma mentira piedosa" (no teu caso não será "mentira piedosa" mas sim "omissão piedosa"). Não sei se será válida para todas as pessoas, mas julgo que uma "politica" de honestidade e confiança é a melhor opção.
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